Aéssio Ramos Pinto

manifesto dos professores em Poá.jpgA justificativa do prefeito de Poá Giancarlo Lopes é que o aumento real de salários ou até mesmo repasse da correção geral anual, momentaneamente, não pode ser efetuado.

Para ele, uma é em razão a queda de arrecadação do Município, diante da alteração da legislação federal – Lei Complementar número 157, publicada no Diário Oficial da União no dia 01 de junho de 2017, que trata do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza.

Outra, caso seja concedido aumento é a liminar hoje concedida ao Município para receber os dividendos de ISS seja cassada ou alterada não haverá dotação orçamentária para fazer face à nova despesa.

Por fim, é de registrar que estudos técnicos estão sendo realizados, visando o reajuste do valor do vale alimentação, ainda neste exercício de 2018.

Esta foi a resposta dada ao ofício número 014/2018, de autoria do vereador Mário de Oliveira que solicitou Revisão Salarial dos Servidores Públicos da Estância Hidromineral de Poá, com fulcro no artigo 79, parágrafo 2.o da Lei 3.718/2014 que estabelece revisão periódica do reajuste preferencialmente no mês de maio.

Nesse momento os professores estão em frente à Prefeitura Municipal de Poá para marcar uma data com o prefeito Giancarlo que se encontra em Brasília. Eles querem que o próprio prefeito fale a todos os servidores sua real intensão de atender suas reivindicações. Não querem que o prefeito apenas fale para uma comissão. Segundo os organizadores da manifestação a desculpa do ISS é um engodo e não convence a categoria.

Assista aos vídeos do manifesto

Vídeo do manifesto em frente a prefeitura de Poá

Aéssio Ramos Pinto, jornalista, diretor do jornal Novo São Paulo e Rádio Estância, bacharel em direito, ciências e letras, fotógrafo profissional, conselheiro do Contur e Etec,   já foi secretário de Cultura, Esportes e Turismo, Governo, assessor parlamentar e candidato à vice-prefeito.
Foto: Adilson Santos / Ângulo Produções