Aéssio Ramos Pinto

Em 2016: R$ 460,00. Em 2017: R$ 146,00. Isso é crime!

denun_1-554x318_q85_cropDe acordo com o site de transparência da Prefeitura Municipal de Poá, nos deparamos com um fato totalmente inusitado.

Em 29 de fevereiro de 2016, na administração do prefeito Marcos Antônio Andrade Borges, a Prefeitura Municipal adquiriu Cadeiras de Banho de Uso Sanitário, pelo preço de R$ 460,00 cada cadeira.

Agora, em 12 de junho de 2017, na administração do prefeito Giancarlo Lopes, a Prefeitura Municipal adquiriu as mesmas cadeiras pelo preço de R$ 146,00 cada uma.
Uma diferença gritante de R$ 314,00. Ou seja, pelos dados, o ex-prefeito superfaturou as cadeiras em questão, em quase três cadeiras. wheelchair

Interessante que esses detalhes fazem parte do site da própria Prefeitura Municipal, mas existem informações da instauração de sindicância ou inquérito administrativo para apurar porquê dessa diferença e ainda, quem era na época (2016) o Secretário de Saúde.

Assim, segue também a própria Câmara Municipal, como sempre tem acontecido, se mantem omissa na sua responsabilidade de investigar. O que a população sente, diante de tanta omissão por parte dos legisladores, é que o melhor é fechar as portas. Nessas circunstancias, a única alternativa da sociedade, é entregar a investigação apuração de eventual prática de crime, ao único órgão que defende o povo: o Ministério Público do Estado de São Paulo, através de seus Promotores de Justiça com assento no Fórum da Comarca de Poá, para onde estão sendo levadas estas informações.

Aéssio Ramos Pinto, jornalista, diretor do jornal Novo São Paulo e Rádio Estância, bacharel em direito, ciências e letras, fotógrafo profissional, conselheiro do Contur e Etec, já foi secretário de Cultura, Esportes e Turismo, Governo, assessor parlamentar e candidato à vice-prefeito.