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Prefeitura de Poá atua em atendimento a homem em situação de rua com problemas de saúde - POÁ COM ACENTO

publicado em:25/09/25 8:17 PM por: Redação Poá

Da Redação

Poá, SP – Uma moradora de Poá, Cecília (nome fictício), relatou ao portal POÁ COM ACENTO a situação de um homem em situação de rua, com dificuldades de locomoção e que utiliza muletas, que costumava permanecer diariamente em frente ao ponto de ônibus da Avenida Antônio Massa, em frente ao Teatro Municipal Turíbio Ruiz.

Preocupada com o estado de saúde do homem, Celília contou que ele apresentava feridas nas pernas e forte odor, além de relatar abandono familiar. “O pessoal que faz o recolhimento para o albergue já levou ele para dormir lá, mas ele precisa de cuidados médicos e acolhimento para higiene pessoal. Ele me disse que ontem disseram que iam buscá-lo, mas não vieram”, disse Celília em mensagem encaminhada ao portal.

Diante da situação, ela ofereceu café e lanche, conversou com o homem e buscou apoio para que ele recebesse atendimento adequado. Em seguida, solicitou a intervenção do POÁ COM ACENTO, que tem como compromisso social atuar junto à comunidade por meio do Canal do Leitor no WhatsApp (11 96719-5194).

A Prefeitura de Poá, por meio da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, informou que o cidadão é acompanhado de forma contínua pelas equipes de abordagem social do município. “Sempre que identificado, é oferecido ao cidadão o acolhimento institucional, bem como os demais serviços da rede socioassistencial e de saúde, de acordo com suas necessidades”, destacou a pasta.

Na manhã desta quinta-feira (25), diante do agravamento de seu estado de saúde, a equipe de abordagem acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que realizou o atendimento e encaminhou o homem ao hospital. Ele permanece internado, recebendo os cuidados médicos necessários.

O caso reforça a importância da solidariedade da comunidade, do compromisso social do POÁ COM ACENTO e da atuação dos órgãos públicos no acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade. A atitude de Celília merece destaque e elogios, demonstrando sensibilidade, humanismo e um verdadeiro espírito de ajuda ao próximo.

Após publicação da matéria nas redes sociais, a sociedade poaense reage e faz revelações do caso

Após a repercussão da matéria publicada pelo portal POÁ COM ACENTO, que relatou a situação de um homem em situação de rua, com dificuldades de locomoção e feridas nas pernas, a comunidade se mobilizou e diversas pessoas identificaram o cidadão como Jorge, ex-obreiro da Igreja Universal do Reino de Deus

Mobilização da comunidade e comentários nas redes sociais

Após a divulgação, leitores enviaram depoimentos reforçando a trajetória de Jorge e pedindo atenção especial das instituições. Muitos relataram que ele foi obreiro por anos na Igreja Universal.

Rui Silvério: “E precisa ser divulgado assim! Falta de respeito! Conheço ele, fui obreiro na mesma época. Descaso total! Pessoal da evangelização da Universal fica o alerta!”

Edna Maria: “Boa noite minha amiga, vê se você conversa com seu pastor, para chegar até o bispo Macedo e ajudar esse senhor. Como estão dizendo nos comentários, ele foi obreiro muitos anos dessa igreja, temos que ter amor ao próximo.”

Claudia Souza: “Temos o trabalho do Anjo da Madrugada, que alcança moradores de rua. Vou repassar a situação para quem faz esse trabalho, obrigada por avisar.”

Chris Natalia: “A Igreja Universal podia muito bem alugar uma kitnet mobiliada ao lado da estação para ele, que foi obreiro por anos.”

Silmara Pereira (funcionária do setor de acolhimento): “Não se trata de descaso do prefeito. A Secretaria de Desenvolvimento Social tem trabalhado duro para tirar o Sr. Jorge dessa situação. Porém, não pode obrigá-lo a ir, pois isso seria crime. Já abordei ele cinco vezes, junto da coordenação. Ontem, inclusive, chamamos o SAMU e levamos novamente ao hospital. Tudo está registrado em protocolo.”

Eliana Paula: “Infelizmente, seu Jorge não quer ir para abrigo. Eu e minha tia já falamos com ele. Não aceita. A prefeitura e assistentes sociais não podem obrigá-lo. É uma tristeza de ver.”

Rhanda Karvalho: “Também já tentamos inúmeras vezes convencê-lo a ir para um abrigo ou casas de parentes, que iríamos ajudar mensalmente. Mas ele não quis.”

Salete Benha: “Essa situação é por opção dele mesmo, ok? Tem salário, tem família, viu…”

Desafios do acolhimento

Os depoimentos revelam a complexidade do caso. Por um lado, a comunidade cobra atenção de igrejas e instituições que Jorge frequentou. Por outro, a equipe de assistência social do município reforça que há esforços contínuos de abordagem, mas a recusa do acolhimento é uma escolha pessoal do cidadão, que legalmente não pode ser forçado a aceitar.

Matéria atualizada em 26/09/2025 às 09:15

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A última modificação foi feita em:Setembro 26th, 2025 as 21:04




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